em
31/08/2006 Vanderlei
Carbonara -
UCS - Professor de Pedagogia e Gestão
Pública
Depois
de participar do último encontro
de discussão sobre EAD
no Sinpro (26/08), li as contribuições
dos professores neste espaço.
Chamou-me a atenção os questionamentos
trazidos pelo professor Clademir
Roberto De Bona (URI) com relação à proximidade
entre professor e aluno,
especialmente nos cursos de licenciatura.
em
07/07/2006 Themis Scalco - Professora
de inglês
Fiz
uma especialização em EAD e atualmente
me reciclo
através de EAD. Acho o sistema de ensino
a distância
ideal para pessoas como
eu que, do contrário, não teriam
como continuar a formação. O aspecto
mais importante é a disciplina do aluno
e a motivação que, necessariamente, tem
que ser interna. Atualmente desenvolvo um projeto de ensino
de inglês em tempo real a distância.
A julgar pelo feedback que tenho recebido dos
alunos, a modalidade veio para ficar e deve avançar
muito ainda. Os alunos relatam maior facilidade
para se expressar pois encontram-se em seus ambientes,
portanto, sentem-se mais desinibidos.
Sem falar na conveniência e segurança
que significa fazer um curso de casa.
em
15/06/2006
O
PARADOXO DA GLOBALIZAÇÃO Professor Eduardo da Rocha
Quando se trata de seres humanos,
do trato com pessoas, da defesa de
interesses, todas as ações e relações,
sejam elas pessoais, comerciais ou
científicas, podem ser vistas de diversos ângulos
e usadas e aplicadas
para fins que favoreçam a maioria ou apenas o lado
mais poderoso (que,
geralmente é o que engloba menos pessoas). Assim é na
política, nas
relações comerciais, desde aquela entre o
produtor, o atravessador e o
comerciante, até as relações internacionais
de comércio, nos casamentos
em que ainda perpetua o domínio masculino, entre
tantas outras relações
instituídas.
em
25/04/2006 Clademir
Roberto De Bona - URI - Frederico Westphalen
Estamos
vivendo novos tempos. Com isso, se faz necessário
repensar o ensino e, aí, surge a idéia
do EAD.
Em que pese isso possa ser uma boa idéia para
aqueles locais de difícil
acesso (distâncias geográficas) como
o Norte do país, em outras regiões
ainda necessito ser convencido da importância
dessa nova modalidade, ESPECIALMENTE
EM SE TRATANDO DE CURSOS DE LICENCIATURAS.
Onde fica a dimensão humanística e
pedagógica de um curso"à
distância"?
O contato direto e 'íntimo' entre professor
e aluno não é mais importante?
Como
posso pensar em formar 'professores' para o ensino
fundamental e médio mantendo uma relação à distância,
fria e autômata com os alunos dessa modalidade?
Em fim. Acredito que devemos avançar muito
nessa discussão embora não
acredite que possa contribuir na formação,
em toda a sua plenitude, de cidadãos (licenciados)
críticos e atuantes
socialmente.
em
25/01/2006 Daniela
Cardoso da Silva - Escola Construindo o Saber
- Porto Alegre
A
Educação a distância na minha opinião
propicia uma otimização
na educação, no sentido que beneficia a uma
gama muito maior de pessoas que por falta de tempo, ou
necessidades diversas não
conseguem manter-se em curso de especialização
ou graduação.
Acredito que neste caso, o aluno é que o diferencial,
pois só a sua vontade
de crescer e de aprender e que fará com que sua
formação
seja satisfatória.
Na educação a distância o aluno precisa
estar mais diretamente envolvido nos processos educacionais
e por isto acaba absorvendo muito mais o conteúdo,
por outro, perde um pouco na questão presencial,
quanto a resolução de dúvidas no momento
destas e no contato com os profissionais.