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De olho
Nem notificando
A
Escola Maternal e Jardim de Infância do Lindóia Tênis Clube, de
Porto Alegre, continua atrasando o pagamento do salário dos professores.
Para se ter uma idéia, o salário de ju-nho ainda não foi pago
integralmente. O Sinpro/RS vem acompanhando de perto esta escola.
Só neste semestre foram enviadas três notificações exigindo que
a instituição cumpra a Convenção Coletiva de Trabalho. Mesmo assim,
a escola reluta em cumprir com suas obrigações.
Sem saúde
Depois de várias
notificações infrutíferas, o Sinpro/RS ajuizou uma ação contra
a Urcamp de São Gabriel pelo des-cumprimento da Cláusula 30 da
Convenção Coletiva de Trabalho. Diz o documento, assinado pelo
Sinpro/RS e Sine-pe/ RS: “Os estabelecimentos de ensino deverão
oferecer, à opção de seus empregados, um plano de saúde que garanta
atendimento-base em consultas com médicos especializados e exames
disgnósticos, atendimento de pronto socorro e fisiátrico, correspondente
ao plano básico oferecido no mercado”.
Descumpre
acordo
Desde março a Escola Reverendo Alfredo Simon, de Pelotas, vem
atrasando o pagamento do salário dos professores. E pior, quando
paga, não corrige os recursos e muito menos pa-ga as multas pelo
atraso, como prevê a Cláusula 6 da Convenção Coletiva de Trabalho.
Esta instituição já foi notificada pelo Sinpro/RS.
Abaixo
do piso
A Escola Cenecista Santa Medianeira, de Rio Grande, foi notificada
pelo Sinpro/RS por pagar o valor hora-aula inferior ao piso acordado
na Convenção Coletiva de Trabalho 1999.
Erramos
Na edição
de julho do Extra Classe, publicamos uma informação equivocada
nesta coluna sobre o Colégio São José do Murialdo, de Porto Alegre.
Informamos que a escola estava pagando em atraso o salário dos
professores. Não é verdade. Esta instituição de ensino tem realizado
o pagamento no pra-zo determinado pela Convenção Coletiva de Trabalho.
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