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Um
dos princípios básicos do jornalismo desenvolvido no
Extra Classe é a liberdade de expressão. Em se tratando dos cronistas,
então, nem se fala. Por isso, o Nei Lisboa deve estar até agora
mordendo a língua diante dos devaneios publicados por este mensário
na sua última edição, dando conta de retubantes vitórias nacionais
em esportes da bola. Confesso que, como colorado, me contentava
com um meio a zero no último minuto de contenda, depois de uma
quase insuportável pressão dos alvi-negros cariocas. Mas nem por
isso pudemos torcer, Nei. O que não invalida de modo algum o otimismo
e o exercício intelectual sobre o futuro, desde que temperado
por um mínimo de viabilidade material. O que, convenhamos, a geriatria
da Padre Cacique não tem permitido. O meaculpa espontâneo do Nei,
assim como a sua última (e sempre divertida) crônica, estão na
página 9 deste jornal. Aproveitem...
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