A marca Universitário surgiu em 1978, quando
um grupo de professores abriu o curso pré-vestibular com este nome, na Rua Dr. Flores e
na Rua dos Andradas, em Porto Alegre. Quatro anos mais tarde, a oferta de ensino foi
estendida para o supletivo de 1º e 2º graus. Constitui-se a Associação Educacional
Professor Edmilson Moraes Pereira. Em 90, implantaram o ensino regular com o Instituto
Educacional João Paulo I, com duas sedes, que trabalham da pré-escola ao ensino médio.
Os investimentos não pararam por aí. Há três anos, o grupo vem trabalhando também com o serviço de franquias alugam a marca Universitário para professores que desejam abrir uma escola de ensino supletivo e/ou pré-vestibular no interior do Estado. Já estão em funcionamento escolas em Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Vacaria, Capão da Canoa, Santa Cruz do Sul e Cachoeirinha, comprovando o que o "Top of mind 98 - As marcas que o consumidor tem na cabeça", pesquisa realizada pela Revista Amanhã, que apontou o Universitário como o curso mais lembrado entre os jovens.
"É uma possibilidade de nós participarmos do processo com os professores locais, auxiliando com material didático e orientação pedagógica", diz Carlos Alberto Lontra, 50, ex-professor de Química e atual assessor da direção geral do Universitário. "Faz parte do acordo uma inspeção de qualidade do serviço prestado". A franquia somente é concedida para professores, segundo Lontra. "São do ramo", justifica o assessor.
SUPLETIVO A Escola de Ensino Supletivo Universitário começou a funcionar na Rua Riachuelo, em 1982, com o ensino fundamental. Dois anos mais tarde, passou a oferecer também o ensino médio. Em 88, surgiu a segunda sede, também no centro. E, em 90, a terceira, na Avenida Assis Brasil. No total, as sedes atendem cerca de 1.500 alunos, que desembolsam R$ 98,00 mensais.
As três dependências são locadas e estão funcionando com capacidade plena. "São contratos antigos, então, o custo do aluguel não é tão elevado", observa a professora Rosângela Ribeiro da Silva, diretora geral da escola. Rosângela não soube informar com quantos alunos o supletivo começou a funcionar. Mas, segundo ela, que trabalha na instituição há 15 anos, até o início desta década, houve um aumento substancial da clientela.
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