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De olho
Vistas
grossas
A Universidade
de Cruz Alta (Unicruz) está atrasando o pagamento do processo
trabalhista acordado, na Justiça do Trabalho, com o Sinpro/RS
no ano passado. Restam ainda três parcelas. O processo é referente
às diferenças do dissídio de 1989 e atraso no pagamento dos salários
em vários perío-dos. Não bastasse, os professores também estão
enfrentando atrasos no pagamento dos salários do segundo semestre.
Em dia
A Escola Santa
Catharina, de Cachoeirinha, pagou todos os salários atrasados
dos seus professores.
Denúncias
O Sinpro/RS
está agendando junto a Delegacia Regional do Trabalho e ao Ministério
Público do Trabalho audiências para denunciar escolas que reincidem
em descumprir a Convenção Coletiva de Trabalho. É o caso, por
exemplo, da Escola Meni-nópolis, de Porto Alegre. Entre outras
irregularidades, essa ins-tituição de ensino não paga o salário
dos professores e não de-posita o Fundo de Garantia por Tempo
de Serviço (FGTS).
Absurdo
A Associação
Comunitária Martinho Lutero, de Canoas, não está pagando o piso
salarial da categoria. O Sinpro/RS está tomando as devidas providências.
Atenção,
aposentandos!
Conforme a
cláusula 30, da Convenção Coletiva de Traba-lho, todo professor,
com um ano ou mais de contrato, que esti-ver, no máximo, a três
anos da aposentadoria por tempo de serviço, ou por idade, gozará
de estabilidade no emprego até a data de aquisição do direito
à aposentadoria. Para isso, deverá comunicar, por escrito, ao
empregador, quando da aquisição do seu direito. Muitas escolas
solicitam que os professores fa-çam a contagem de tempo de serviço
junto ao posto do INSS. O Sinpro/RS alerta aos professores que
essa solicitação das es-colas não está prevista na cláusula e
sugere que enviem as in-formações por AR (correspondência registrada/com
aviso de recebimento) para as instituições de ensino, discriminando
o seu conteúdo.
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