Quando a oposição sindical no
Sinpro/RS estava prestes a
assumir a direção da entidade, na
eleição de 1986, já havia
assumido, concretamente, a
direção da luta dos professores
da rede privada no RS. As lutas
econômicas e os debates da
conjuntura política ocorriam na
base, marcando a inserção da
categoria no palco da História
contemporânea do país.
Em março de 1983, em uma
entrevista ao vivo na
TV
Bandeirantes, o senador Teotônio
Vilela defendeu a idéia de eleições
diretas para a sucessão de
Figueiredo. O deputado federal
Dante de Oliveira havia
apresentado a Emenda Constitucional
das Diretas. A proposta
mobilizou sindicatos, estudantes,
igrejas e lideranças políticas. Em
Porto Alegre, na noite abafada do
dia 13 de abril de 1984, mais de
200 mil pessoas compareceram
ao comício que se estendia da
Praça Montevidéu, Largo da
Prefeitura, e subia pela Borges de
Medeiros até a Esquina
Democrática.
No dia 25 de abril, apesar de
obter 298 a favor, 65 contra e 3
abstenções, a chamada Emenda
Dante de Oliveira foi derrotada
por uma manobra que retirou do
plenário da Câmara 112
deputados e o quórum necessário
para a aprovação da matéria. A
eleição foi para o Colégio Eleitoral
e em 15 de janeiro de 1985 a
chapa Tancredo-Sarney vencia
Paulo Maluf por 480 a 180 votos.
Na véspera da posse, em 14 de
março, Tancredo Neves adoece.
José Sarney, que havia
ingressado no PMDB, assume
interinamente. Com a morte do
presidente, em 21 de abril,
Sarney tornou-se o presidente da
Nova República. O período foi
marcado por uma sucessão de
planos econômicos que não
debelam a inflação, mas influenciaram
as eleições de 1986,
quando o PMDB elegeu os
governadores de 21 estados.
Neste cenário de perdas
salariais, os professores da rede
privada do RS chegaram ao ano
de 1986 com a experiência de
lutas. Novamente não houve
acordo no dissídio. A paralisação
de 19 de setembro de 1985 e
seus desdobramentos não
trouxeram resultados concretos.
Porém, ensinaram que a pressão
e a mobilização defendidas pelo
grupo que liderou aquele movimento
constituíam o caminho
para a defesa dos interesses da
categoria. Este grupo de
Oposição Sindical, formado pelos
professores Marcos Fuhr, João
Luis Steinbach, Luiz Afonso
Montini, Ingrid Schneider, Mara
Cramer e Vanderlei Marostica tinha
uma vida orgânica, com articulação
nas escolas, reuniões semanais,
edição de boletins, num trabalho
sustentado com a cotização
financeira entre os integrantes do
grupo. Nesse processo, o grupo
constituiu-se como direção política
do movimento.
A atuação congregava as
escolas de 1º e 2º graus, as
universidades e o Senai, onde a
oposição sindical fortaleceu-se
com a liderança do instrutor Paulo
Luiz Schmidt, que se tornou o
vice-presidente na chapa vitoriosa
na eleição. “
Novo Tempo era o
nome da chapa porque, de fato,
expressava um novo tempo para
a categoria e para a entidade
sindical”. A nominata foi definida
num processo aberto, a
Convenção, onde 90 professores
debateram o programa a ser
implementado no sindicato. A
chapa foi a primeira a se inscrever
e recebeu o número 1. Distante
da categoria e da ordem do dia, a
situação articulou uma chapa,
recebeu o número 2 e tentou se
passar por oposição.
Novo Tempo venceu em segundo turno com a
maioria simples dos votos. Entre
o processo eleitoral, em setembro,
e a posse do
Novo Tempo, em 28
de outubro, seguia a luta por
reajustes, pois o dissídio ainda
estava para ser julgado no TRT.
Neste período ocorreram
paralisações no Colégio São
Pedro, na PUC, todas apoiadas
pela diretoria eleita. No final de
86, a entidade passava uma crise
financeira, pois a Justiça do
Trabalho não havia aprovado a
cláusula de desconto da
contribuição assistencial.
Mas a militância determinada
enfrentou essas adversidades. O
ano de 1987 começou com mais
uma tentativa de estabilização da
economia. Em 20 de janeiro, o
presidente Sarney editou o Plano
Verão e decretou a moratória da
dívida externa. A inflação fustigava
os salários de maneira alarmante,
tanto que os professores
reivindicavam um reajuste de
250%. Acostumada a impor as
regras, a assembléia da patronal
aprovou 100% e desconsiderou
reivindicações básicas, aviltando a
dignidade da categoria. “Foi a gota
d’água para a decisão de greve”,
relembra o professor Marcos Fuhr.
Numa Assembléia Geral, com mais
de 500 professores, foi decretada
a primeira greve geral dos
professores gaúchos da rede
privada. Foram 18 dias, de 25 de
abril a 12 de maio. O acordo com
o Sinepe/RS não avançou muito,
mas as negociações por escola
chegaram a reajustes de até 226%.
| Foto:
Valdir Friolin/ Agência RBS (Republicação) |
 |
Professores
em passeata pelas ruas da
Capital em setembro de 1985 |
A partir de 1987, a organização
dos professores particulares
passou a se desenvolver em
saltos. Após a greve, a direção
começou a organizar o primeiro
congresso da categoria. E nos
dias 16, 17 e 18 de outubro, o
Sinpro/RS realizava o
1º Congresso
Estadual de Professores
das Escolas Particulares (Cepep),
na Escola Técnica Parobé, com a
participação de 193 professores,
135 deles como delegados eleitos
pelos colegas nas escolas.
| Foto:
Arquivo Extra Classe |
 |
I
Cepep em outubro de 1988
|
O
1º Cepep afirmou as
diretrizes que passaram a
constituir a atuação da categoria
e sua identidade. Entre as
resoluções estava a defesa do
ensino público e gratuito, a filiação
do sindicato a uma central sindical,
a necessidade de organização por
local de trabalho e a continuidade
do processo de interiorização.
Logo foram criadas três delegacias
regionais, em Bagé, Pelotas e
Santa Cruz do Sul. Ao mesmo
tempo, foi feita uma massiva
campanha de sindicalização,
elevando para 6 mil o número de
sócios.
Em 1988, no ano do
cinqüentenário do Sindicato,
atividades comemorativas, como
exposição de fotos e documentos
históricos, baile, torneio de esportes
foram tabuladas com a realização
do seminário
A Educação, os
Professores e a Constituinte
Estadual. O Congresso Nacional
estava em Assembléia Nacional
Constituinte. No ano seguinte, os
representantes na Assembléia
Legislativa escreveriam a
Constituição Estadual. O Sinpro/RS desencadeou um
movimento
defendendo o fim do regime
horista, contrato por tempo
contínuo, regulamentação do
número de alunos em sala de aula
e implantação de um plano de
carreira. Ainda em 1988, foi
reformulado o estatuto da entidade,
tornando a gestão democrática e
transparente, com a criação de
novas instâncias deliberativas,
mecanismos de controle e
ampliação da interiorização, que
objetivava organizar 15 delegacias
regionais. Mais quatro foram
criadas, em Uruguaiana, Novo
Hamburgo, Santo Ângelo e Santa
Rosa. Em 1989, com a criação das
delegacias de Santa Maria e de
Lajeado/Estrela, o Sindicato
somava dez regionais e 7 mil
associados.
Em 1988, o Sinpro/RS
participou ainda do
Congresso Pró-Universidade Pública
Estadual,
que instituiu o
Movimento Pró-Uergs e se engajou
no Movimento em Favor dos
Parques da Cidade, desenvolvido
em Porto Alegre,
contra o projeto Praia do
Guaíba, que pretendia
urbanizar a orla e abrir a área à especulação
imobiliária. No mesmo
ano, acompanhou o
III Congresso
Nacional da CUT, em Belo
Horizonte, e fez o debate sobre sua
filiação à Central, que ocorreu no
2º Congresso Estadual de
Professores das Escolas
Particulares (Cepep), em junho de
1990.
O ano de 1989 destaca-se
pela greve geral convocada pela
CUT e CGT nos dias 14 e 15 de
março. Os professores gaúchos
participaram ativamente desta que
foi a maior greve geral depois de
1964. Os professores particulares
unificam a campanha salarial junto
com os outros trabalhadores da
Educação. Em abril realizam greve
de 25 dias e, de 4 a 10 de maio,
ocorre a primeira greve na história
do Senai, que resulta na conquista
do INPC integral. Em setembro, a
categoria reelege com 94,2% dos
votos a direção do Sinpro/RS em
chapa única, a
Segunda Estação,
que incluiu em sua composição
representantes das dez delegacias
regionais.
| Foto:
Arquivo Extra Classe |
 |
1989:
concentração de professores grevistas
no ginásio do colégio Protásio
Alves
|
Enquanto lutava por reajustes
salariais para fazer frente à inflação
do último ano do governo
Sarney, o movimento sindical
brasileiro passava por um
momento singular. A primeira
eleição direta para presidente da
República. Lula recebeu o apoio
da maior parte dos sindicatos. No
primeiro turno, o Sinpro/RS
conclamou a categoria ao voto
consciente nos candidatos
comprometidos com as causas
populares. No segundo turno,
depois de avaliar o resultado
eleitoral que deixou a alternativa
entre Collor e Lula, seguindo
deliberação em assembléia, o
sindicato recomendou o voto em
Lula. A ascensão do neoliberalismo
nos anos 90 somou aos
antigos desafios novos dilemas
para o sindicalismo brasileiro
gestado no final dos anos 80 As
idéias de autonomia e independência,
embutidas na crítica
ao sindicalismo atrelado ao
Estado, tiveram de migrar do
discurso para a prática. Este foi
um horizonte presente na ação da
direção do Sinpro/RS desde que
a entidade foi resgata para a luta
em 1986. Logo depois da posse
e da greve de 87, a direção tratou
de superar a crise financeira
encontrada para dotar a entidade
de força e competência. De 1990
até hoje, jamais foi abandonado o
trabalho de base, a sindicalização
e as lutas na frente judicial. São
dezenas de processos propostos
pelo Sinpro/RS, tanto para
defender conquistas da categoria
como dos trabalhadores em geral,
como, por exemplo, os expurgos
inflacionários dos sucessivos
planos econômicos sobre os
depósitos FGTS.
Quando chegou a crise que
se configurou na virada da década
de 90, o sindicato vinha se
preparando para dar passos
largos na sustentação do
sindicato, reduzindo os descontos
compulsórios da categoria e
apostando na contribuição pela
livre associação. A partir de 1993,
passou a ser devolvido aos
professores associados o imposto
sindical, que é recolhido pelo
Ministério do Trabalho, e que
consiste num mecanismo de
atrelamento ao Estado. O sindicato perdia receita, mas oferecia
uma retribuição financeira pela
associação à entidade.
Em 1996 foi realizada a
primeira Campanha de Sindicalização.
A idéia consistia em
aumentar o número de sócios para
compensar a queda nas receitas
com uma promoção que sorteava
uma viagem à Europa. No final da
campanha, em junho, a entidade
conava com 1.950 novos sócios.
Essa iniciativa tornou-se permanente.
Hoje 60% da categoria é filiada ao sindicato.
Tornou-se imprescindível a
aliança entre “as lutas econômicas
da categoria e as lutas gerais da
sociedade”, objetivo de caráter
estratégico do novo sindicalismo. Ao
mesmo tempo em que se filiava à CUT (junho/1990),
passou a atuar
como uma entidade institucional,
desenvolvendo políticas para além
da esfera estritamente sindical. É neste período
que o Sindicato
conquista uma cadeira de
representação no Conselho
Estadual de Educação (Ceed). Em
92, o Sinpro/RS foi um dos
sindicatos da linha de frente no
movimento “Fora Collor”. Foi assim
na luta pela Universidade Estadual
(Uergs), foi assim na Constituinte
Estadual de 1989, e no debate da
Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da
Educação Nacional, com propostas
para qualificar a Educação. Essa
natureza de intervenção tornou o
Sinpro/RS referência para o
conjunto do professorado e para a
sociedade.
Sustentar essa atuação em
direção à categoria e à sociedade
impunha o fortalecimento da
entidade e da sua efetiva
estadualização. Seguindo o
exemplo dos núcleos do Cpers
Sindicato, o Sinpro/RS instalou
delegacias regionais nas principais
cidades dos RS. Entre 1990 e
1992, foram criadas mais cinco
regionais, em Rio Grande,
Livramento, Erechim, Bento
Gonçalves e Frederico Westphalen.
| Foto:
Arquivo Extra Classe |
 |
Assembléia
deflagra greve em agoste de 90
|
Um dos desdobramentos
desta atuação pelo fortalecimento
da entidade (incluindo sua
estrutura física) e da sua
visibilidade pública está na
mudança para a sede da avenida
João Pessoa, inaugurada em 8 de
agosto 1997.
É preciso ir e voltar no tempo
para dar sentido a essa história. A
estrutura da entidade foi sendo
adequada ao novo perfil ao longo
dos anos. A categoria ratificou a
confiança na direção na eleição
de
1992. Marcos Fuhr foi
indicado por consenso à presidência no
novo
mandato, quando o
Novo
Tempo assumiu o conceito
de Sindicato Cidadão na
gestão e afirmou-se como
um ente coletivo, com
intervenção por melhores
salários e condições profissionais,
e com atuação para a
formação de uma consciência crítica
e uma sociedade democrática.
| Fotos:
René Cabrales/Arquivo Extra Classe |
 |
A
imagem dos caras pintadas simbolizaram
o movimento “Fora
Collor”
|
O passo seguinte neste
conjunto de transformações foi a
ruptura com o presidencialismo e
a adoção da Diretoria Colegiada,
decidida em 1994, no
4º Cepep, e
implantada a partir de 1995, com
a nova reeleição da chapa Desafio.
A comunicação com a
categoria sempre foi uma
prioridade, desde o início da ação
da oposição sindical no final dos
anos 70. Duas iniciativas
destacaram-se em 1992. A
reformulação do então
Jornal do
Sinpro/RS, com mudanças
editoriais inéditas na área sindical,
incluindo textos de
colaboradores como Luis
Fernando Verissimo,
Moacyr Scliar, Ruy Carlos
Ostermann. Igualmente,
seguiu uma linha de
comunicação profissional a
campanha salarial do ano, “Por uma escola que
não fique só na fachada”, concebida
por uma agência de publicidade e veiculada
em todo estado.

A migração do
Jornal do
Sinpro/RS para o
Extra Classe, em
março de 1996, é outro marco não
só na comunicação da entidade,
mas na consolidação de seu perfil
cidadão e da sua
influência na sociedade.
Foi uma ousadia pioneira
no sindicalismo brasileiro
conceber um jornal
sindical não só para
comunicar-se com a
categoria, mas também
para disputar
opinião e influenciar a
sociedade. O novo jornal
passou a expressar a estatura
política da entidade, com matérias
e reportagens investigativas,
tratando de debates e tendências
sociais em curso. Logo o
Extra
Classe foi distinguido por vários
prêmios (
Prêmio Ari, Prêmio de
Direitos Humanos entre outros) e
tornou-se objeto de teses acadêmicas
não só na área do jornalismo. Na
mesma perspectiva, ainda em 1997
começou a ser construído o
site do
Sinpro/RS na
Internet que hoje é um portal
de excelência nos
serviços oferecidos aos professores
e para pesquisa da sociedade.

Deliberação do
6º Cepep,
em 2000, a inauguração da Casa
do Professor, em junho de 2007,
um anseio apontado em 1938,
quando da fundação do
Sindicato
dos Professores Particulares,
talvez seja uma síntese
simbólica desta jornada
de 70 anos. Inaugurada
durante a realização do
8º Cepep,
em maio de 2007, é
uma alternativa econômica
e agradável para
os professores do interior
que têm de vir a Porto
Alegre para cursos, reuniões ou para
roteiros culturais.

A fundação Cultural
e Assistencial
Ecarta, constituída pelo
sindicato em 2004,
também é uma deliberação
do
6º Cepep,
consolidada no
7º Congresso, realizado em 2003.
A Ecarta é outra síntese do caminho
que o Sinpro/RS trilhou no novo
sindicalismo. Possui uma multiplicidade
de sentidos. A fundação tem
como objetivo a qualificação da
Educação, atividades de assistência,
e a ampliação do acesso à cultura e à arte
aos professores e comunidade.

Em 1998, no aniversário de
60 anos da entidade foi lançado o
Prêmio Educação RS,
destinado a profissionais,
projetos e instituições
comprometidas com a
Educação de qualidade e a
construção da Cidadania. O
prêmio consolidou-se no
calendário educacional.
Nesta mesma área de
intervenção do Prêmio Educação,
em 1999, a entidade buscou
contemplar diretamente a categoria
no aperfeiçoamento acadêmico,
instituindo o
Fundo Rotativo de
Apoio à Qualificação Docente. À semelhança
de uma bolsa de
estudos, o fundo criado por decisão
do
5º Cepep (1997) auxilia
financeiramente os professores
associados para a realização de
cursos de pós-graduação.
Em 2000, o Sinpro/RS
instituiu a Aula Inaugural, que
passou a ser realizada no início do
ano letivo na capital e no interior.
Participaram personalidades como
Marina Colasanti, o escritor e
teólogo Frei Betto, o jornalista Caco Barcelos, o jurista
Hélio
bicudo, o educador Sérgio
Haddad, o psicanalista Içami
Tiba e o escritor Rubem
Alves. Em 2002, foi lançada
a revista Textual respondendo
a uma demanda da
categoria: um veículo de
reflexão, debate e divulgação
da produção acadêmica. A revista
tem periodicidade semestral e
aborda os temas da área
educacional.
É impossível descrever
exaustivamente todas as iniciativas
nas áreas na Cultura, da Educação,
desenvolvidas, pelo menos, nos últimos 15 anos.
O importante é apontar o sentido de que elas
se
revestem, até porque muitas delas
não só fazem parte da vida dos
professores, mas são referência
social. Um dos marcos iniciais
desta ação está lá em 1991, numa
parceria com a Secretaria de
Cultura de Porto Alegre, para a
realização de simpósios internacionais,
Naquele ano,
A Criação
Histórica, trouxe a Porto Alegre o
filósofo grego Cornélius Castoradis.
Em 92, sob o título
A Experiência
do Século, veio o norte-americano
Francis Fukuyama, autor da tese do
fim da história, o historiador francês
Pierre Broué e o escritor português
José Saramago. No final do ano,
Pólis e Cultura, trouxe ninguém
menos do que o historiador inglês
Eric Hobsbawn. Hoje, a trajetória do
sindicato registra mais de uma
dezena de atividades realizadas na
capital e no interior com colóquios e
seminários, como é o caso de
Limites
e Possibilidades da Educação
Superior, de 2001.
O concerto com o pianista
Arthur Moreira Lima e a Orquestra
Sinfônica de Porto Alegre, no
aniversário do sindicato em 1993,
fez escola e desde então a cultura
e a arte contemporâneas estão na
agenda do Sinpro/RS, presença
permanente na Jornada Nacional de
Literatura de Passo Fundo desde
1997 e na Feira do Livro de Porto
Alegre desde 1998. Foram dezenas
de espetáculos de música, de
teatro, de dança, exposições e
exibição de filmes. Os shows foram
realizados na Redenção, no Parcão,
no Teatro da Ospa e em turnês
pelas cidades das regionais da
entidade. Entre os nomes Nei
Lisboa, Nelson Coelho de Castro,
Paulinho da Viola, Gelson Oliveira,
Elza Soares, Jerônimo Jardim, Jair
Rodrigues, Rádio Esmeralda, para
mencionar.

Anterior:
1938 - 1958
Uma
carta de intenções para o futuro
De
Getúlio a JK
1958 - 1978
Do
desenvolvimento aos anos de chumbo
1978 - 1985
Da
abertura política à rearticulação
do movimento social