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PRÊMIOS
1996 - 1º lugar no Prêmio Direitos Humanos com matéria
de Ulisses Nenê “A impunidade do capital”, referente
ao conflito entre os advogados trabalhistas e Justiça do
Trabalho.
1997 - Menção Honrosa no Prêmio ARI de Jornalismo
com a reportagem “Quanto custa uma GM?”, reportagem
produzida por Renato Hoffmann e Valéria Ochôa referente
aos subsídios fiscais concedidos pelo governo gaúcho
para a montadora GM.
1997 - A repórter Marcia Camarano ganha o 2º lugar
do Prêmio Direitos Humanos com a reportagem “Infância
querida, infância perdida”, que trata das condições
de miséria e exclusão no Brasil que condenam milhares
de crianças ao trabalho precoce.
1997 - Celso Augusto Schröder ganha Menção Honrosa
do Prêmio ARI de Jornalismo pela charge “O equilibrista.”
1998 - Os jornalistas Luiz Carlos Barbosa e Jacira
Cabral ganham a Menção Honrosa no Prêmio ARI de jornalismo
pela matéria “Aluno-cliente, aluno-tirano.” A
reportagem mostra o processo nefasto na escola que, ao adotar as
práticas empresariais como a qualidade total, se transforma
numa prestadora de serviços e o aluno em cliente.
1998 – Marcia Camarano ganha o 3º lugar no Prêmio
Direitos Humanos pela matéria “Dois pesos, duas medidas.” A
reportagem aborda a luta pela reforma agrária.
1999 - Marcia Camarano ganha Menção Honrosa no Prêmio
Alexandre Cerqueira César de Jornalismo pela matéria “A
lei do mais forte”, que trata da precarização
das relações de trabalho.
1999 – Marcia Camarano ganha o 3º lugar no Prêmio
Direitos Humanos pela matéria “A lei do mais forte.”
2005 – Menção Honrosa no Prêmio ARI de
Jornalismo para o chargista Santiago pela charge “A deprê do
militante”, publicada na edição de agosto.
2005 – Prêmio O Sul, Nacional e os Livros, na categoria
Destaque na Área de Jornalismo Cultural.
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