Parecer
autoritário
Na edição de junho o Extra Classe faz menção
ao Parecer 630/2003 do CEED. A Escola Monteiro Lobato, que já
entrou com Pedido de Reconsideração sobre o mesmo,
gostaria de esclarecer que o parecer é: autoritário,
pois desconhece o direito da escola em manifestar-se; e retrógrado,
pois desconhece os avanços proporcionados pela nova LDB.
Além disso, decisões impensadas como essas podem pôr
a perder o trabalho de mais de 45 anos da escola, e a credibilidade
de uma equipe de mais de 80 professores.
Bruno Eizerik Diretor
EC O leitor refere-se ao parecer do Conselho Estadual
de Educação do Rio Grande do Sul (CEED), que declarou
sem validade as atividades escolares do ensino médio desenvolvidas
em regime intensivo pelo Colégio Saint-Exupéry e pela
Escola de Ensino Médio Monteiro Lobato, ambas em Porto Alegre.
As instituições ofereciam uma espécie de recuperação
de segunda época, considerada irregular pela
legislação educacional. No mesmo documento o CEED
declara também sem validade os respectivos históricos
escolares dos alunos que cursaram este tipo de curso entre o ano
letivo de 2001/2002.
Carta
del Lavoro
Enviei mensagens para a Diretoria e o Departamento de Comunicação
elogiando o jornal e o investimento que o sindicato nele faz. Gosto
muito da publicação. Nem sempre consigo lê-la,
mas, sempre que o faço, fico satisfeito. A edição
de junho está muito boa. Cumprimentos a toda a equipe. Aproveito
para dar uma pequena colaboração: a matéria
sobre as reformas trabalhista e sindical (edição de
junho/2003) apresenta uma legenda (p. 18) com uma informação
que não está no texto. Isso não é bom,
pois remete o leitor à procura de algo inexistente na matéria.
Eu, por exemplo, achei que nela encontraria alguma coisa sobre a
dita influência da Carta del Lavoro, cuja citação
já se tornou um lugar comum. É verdade que a Carta
influenciou a CLT e que ambas emascularam, de certa forma, o movimento
sindical. Mas é inegável que a legislação
trabalhista protegeu os trabalhadores e precisa ser preservada,
nestes tempos neoliberais. Acho que isto é mais importante
do que aludir às manobras fascistas de Mussolini e de Getúlio.
Gracias, saudações,
Pedro Luiz S. Osório, professor da Unisinos
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