Trabalho
em excesso

esta
edição, o Extra Classe dá visibilidade à
recente pesquisa feita pelo Diesat sobre
como anda a saúde dos professores da rede
privada gaúcha. As constatações são
preocupantes, pois demonstram o quanto o ambiente
de trabalho tem repercutido negativamente
nas condições físicas e mentais dos docentes.
De um lado, existe a possibilidade do
enfrentamento individual de cada profissional
para prevenir e se colocar diante dessas realidades
de forma a atenuar seus efeitos. De outro,
percebemos que a institucionalidade também
deve dar contribuições efetivas para sanar
essas mazelas. Não adianta afirmar que a
vida moderna é assim mesmo e que todas as
profissões possuem problemas semelhantes.
Está mais do que na hora da sociedade e
seus segmentos específicos buscarem o
contraveneno para as enfermidades que surgem
do ritmo de trabalho alucinante em que vivemos,
em especial os professores. O trabalho deve
ser motivo de saúde e não de doença.
Boa leitura.