UNICRUZ
Se o acordo não for cumprido, deverá ser executado
“Até agora, a única resposta da Unicruz ao problema
do atraso dos salários dos professores foi a disponibilização
de empréstimos bancários, o que não pode ser considerado
como solução efetiva para o problema, mas um paliativo”,
afirma Amarildo Cenci, diretor do Sinpro/RS. No dia 20 de abril, pela manhã,
a direção do Sindicato teve uma audiência com a Justiça
do Trabalho de Cruz Alta, quando foi solicitado ao Judiciário que se empenhasse
em cobrar o cumprimento do acordo para o pagamento de atrasados de anos anteriores
devidos aos professores, bem como acompanhar o processo para executá-lo
em caso de descumprimento. “A juíza foi bastante clara em garantir
as providências e o acompanhamento dos desdobramentos do caso”, relata
Cenci, que esteve na audiência.
Na tarde do mesmo dia houve uma reunião com a reitoria da Universidade,
momento em que o Sinpro/RS cobrou o cumprimento do que foi pactuado e solicitou
informações sobre o quadro funcional da Instituição. À noite,
houve a assembléia dos professores, quando foi dado um relato das providências
tomadas pelo Sinpro/RS. Os docentes deliberaram que o Sindicato teria autonomia
para denunciar e pedir a execução do acordo junto à Justiça
do Trabalho na hipótese de descumprimento do mesmo sem prévia consulta
da categoria. Faz parte do acordo o pagamento em dia dos professores.
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