FATOR PREVIDENCIÁRIO
Parabéns pelo excelente artigo sobre o malfadado e cruel “Fator
Previdenciário” implantado pela lei em benefício
do INSS (diga-se, Previdência Social), mas contra seu dono:
o trabalhador.
O movimento sindical brasileiro deveria pressionar o Congresso
Nacional para revogá-lo o mais cedo possível da vida
do pobre trabalhador, principalmente aquele mais humilde, pobre,
que tem que começar a trabalhar ainda mais jovem,
quando não criança, para ajudar na renda familiar e
de si próprio. Este, infelizmente, quando completar
35 anos de trabalho ou de contribuição, será,
em função de sua atividade profissional rude,
difícil, abreviada e muito pouco poderá gozar em tempo
de aposentadoria. O fator previdenciário lhe sugará o
benefício e, aí, para poder comprar remédio
(pois velho e doente) terá que voltar a trabalhar até o
fim de seus dias!
Bota cruel nisso!
Prof. Benjamin Vicenzi
(benvicenzi@terra.com.br)
ORA, COLEGAS...
Como sempre, sobrou para a imprensa. Todo o material produzido
pelo Extra Classe conduz à defesa do processo desencadeado
pelo próprio Sindicato dias antes das eleições.
Nada além disso. As reportagens, suas opiniões,
seus entrevistados... Todos, de uma forma ou de outra, defendem
o(s) instituto(s) e condenam o jornalismo.
O que se viu nas ruas no domingo, dia da eleição,
não era “obra diabólica” da imprensa.
Os cartazes que pessoas seguravam com os números que apontavam
a vantagem/vitória ao oponente do líder eram a
prova-provada para muitos de que se tratava, sim, de uma jogada
ensaiada, de uma “mão amiga nas horas difíceis”.
Uma estratégia na reta final. Colocar, mesmo que virtualmente,
os cavalos cabeça-com-cabeça. Claro que não
foi intencional por parte do nosso sindicato, mas que pareceu,
pareceu.
De outro lado, a pesquisa e suas repercussões foram um
erro. Deixemos a ingenuidade de lado e vamos assumi-lo. Erramos
na dose. Erramos ao nos meter qual patinhos nesta história.
Usamos, aparentemente, a lógica que “sindicatos” profissionais
já utilizam há décadas.
Bem que vocês poderiam editar (com autorização)
algumas das opiniões dos sócios que se posicionaram
contra e contrariados à pesquisa do Sinpro/RS. Isso poderia
amenizar um pouco as matérias sobre o caso e tornar o
assunto um pouco menos lateral.
Saudações.
Professor Miro Bacin
Viamão-RS
PARABÉNS I
Parabéns pelo Extra Classe. O jornal é muito bem-pautado
e bem-feito. Além da sua qualidade, representa uma das
poucas opções que se tem para não ficar
prisioneiro do jornalismo de ZH , especialmente. Durante muitos
e muitos anos, os sindicatos reuniram-se para criar um jornal
bancado por todos, destinado a ocupar um espaço parecido
com o do Extra Classe. Nunca deu certo. Não se pode dizer
que, pelo menos nas primeiras tentativas, faltasse dinheiro.
Faltava, mesmo, era compreensão sobre o que é jornalismo.
Vocês aí do Extra Classe vêm demonstrando,
há tempos, que é possível fazer um jornalismo
sem ranço “sindicalês” e capaz de disseminar
conhecimento (pois o jornalismo é, essencialmente, uma
forma de conhecimento). Posso imaginar as dificuldades que vocês
enfrentam. Deixo, então, meus agradecimentos e felicitações
para toda a equipe e, também, para a diretoria do Sinpro/RS,
que compreendeu a importância de um jornal como este e
o sustenta. Sigam “comprando essa briga”, essa
ousadia é vital para quem quer um mundo diferente.
Saudações,
Pedro Luiz S. Osório
PARABÉNS II
Parabéns pela reportagem do último Extra Classe
sobre o terrorismo nas escolas contra os professores. Espero
que, em breve, sejam criadas políticas de proteção
para nós, frágeis profis-sionais. Está realmente
complicado ser professor nos dias de hoje. Um grande abraço.
Luis Aransegui
PARABÉNS III
Parabéns! O jornal está muito bom.
Beatriz Dornelles,
Jornalista e Professora da Famecos

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