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2001 a 2004
2001 - Sinpro/RS e Sinepe/RS
assinaram em fevereiro, a Convenção Coletiva de Trabalho
2001, com reajuste salarial de 6.5% (superior a inflação
do período).
2001 - O Sinpro/RS realizou
em março
a Aula Inaugural do Milênio, com palestra de Içami
Tiba sobre “A relação professor/aluno:
limites na medida certa”.
O Sinpro/RS e a NN International realizaram sessões especiais
gratuitas para professores do filme “Brava Gente Brasileira”.
As exibições fizeram parte do Projeto Escola, com
o objetivo de promover o filme entre docentes e estudantes.
O Sindicato fez o lançamento público do novo serviço
prestado pela entidade: a hospedagem de páginas pessoais
e e-mails personalizados para os mais de 12 mil professores associados.
O novo serviço, gratuito, garante aos associados do Sindicato
a possibilidade de divulgar sua formação profissional,
produção intelectual, projetos, especialidades e
disponibilizar textos e imagens na rede mundial de computadores.
Ainda no mês de março, o Sinpro/RS denunciou ao Sinepe/RS
a redução indiscriminada da carga horária
dos professores.
2001 - Em abril foi realizada a Assembléia
Geral dos professores da Fundação Liberato Salzano,
de Novo Hamburgo, realizada em 4 de abril, aprovou o reajuste salarial
de 17,11% dividido em três parcelas. O percentual surgiu
como resultado das negociações entre Sinpro/RS e
governo do Estado e foi o primeiro acordo negociado pelo Sinpro/RS com categoria ligada ao governo estadual em 2001. A proposta aceita
na assembléia definiu um reajuste de 7,11% a partir de março
daquele ano mais 4,56% a partir de setembro próximo e outros
4,56% a contar de março de 2002. A proposta aceita também
previa, para março de 2002, o reajuste das cláusulas
de reflexo econômico pelo INPC de 2001.
Também no mês de abril foram sorteadas as dez vagas
da segunda edição do Fundo Rotativo de Apoio à Qualificação
Docente (FAQ). Dos 23 candidatos finalistas entre mestrandos e
doutorandos, oito nomes foram sorteados para bolsa de mestrado
e dois para bolsas de doutorado. Instituído pelo Sinpro/RS em 2000, o programa concede financiamento parcial para auxiliar
o professor, associado ao Sindicato, no desenvolvimento de seu
projeto de pós-graduação.
Ainda naquele mês, o Sinpro/RS e a NN International realizaram
sessões especiais gratuitas para professores e com preços
especiais para estudantes do filme “Brava Gente Brasileira” em
várias cidades do interior gaúcho.
Ocorreu, também em abril, a edição 2001 do
Prêmio Educação RS teve uma novidade: as indicações
para concorrer a premiação puderam ser feitas também
pela internet (www.sinprors.org.br).
2001 - O Sinpro/RS promoveu em maio o seminário “Limites
e Possibilidades da Educação Superior” nas
Regiões da Campanha e Fronteira Oeste, em São Gabriel.
O encontro contou com palestras de Jaime Wünsch, professor
da Universidade Regional do Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí),
doutorando em Ciências Agrárias pelo Institut National
de Agronomique Paris-Grignon; de Jaime Giolo, Doutor em História
e Filosofia da Educação pela Universidade de São
Paulo (USP) Pró-reitor para Assuntos Comunitários
da Universidade de Passo Fundo (UPF); e de João Pedro Schmidt,
Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS), professor da Universidade de Santa
Cruz do Sul (Unisc). São debatidos o papel estratégico
da educação superior e a relação da
instituição de educação comunitária
com a comunidade universitária e regional.
Ocorreu a Assembléia geral dos professores da Fundação
Liberato Salzano, de Novo Hamburgo, que aprovou um reajuste de
17,11% dividido em três parcelas. O percentual surgiu como
resultado das negociações entre Sinpro/RS e governo
do Estado e foi o primeiro acordo negociado pelo Sinpro/RS com
categoria ligada ao governo estadual em 2001. A proposta aceita
na assembléia definiu um reajuste de 7,11% a partir de março
daquele ano mais 4,56% a partir de setembro e outros 4,56% a contar
de março de 2002. A proposta aceita também previu,
para março de 2002, o reajuste das cláusulas de reflexo
econômico pelo INPC de 2001.
Houve ainda uma cláusula que reconheceu a inflação
registrada em 2001 e 2002 para efeito de negociações
de reajustes futuros. A proposta aprovada deixou pendente somente
a cláusula da saúde, na qual os professores pediam
a inclusão dos dependentes no plano básico. As negociações
entre Sinpro/RS e Governo do Estado pelo reajuste para os professores
da Fundação Liberato Salzano se desenrolaram durante
todo o mês de março.
2001 - O Sinpro/RS apóia a
peça Tá
na Hora do Recreio, que trabalha o respeito pelas diferenças.
Escrita pela carioca Ivanir Calado. O apoio do Sindicato garante
desconto de 40% no valor
do ingresso aos professores associados.
2001 - Em junho houve a retomada da campanha pela
remuneração da Hora-Atividade. Os professores, reunidos
em Assembléia Geral, no dia 9, aprovaram a continuidade
da campanha pela remuneração da Hora-Atividade. O
Sinpro/RS enviou aos mais de 12 mil associados um calendário
para que sejam registradas as atividades e horas consumidas no
trabalho extraclasse durante um mês - período de 15
de junho a 15 de julho. As informações dimensionaram
o período dedicado a Hora-Atividade e subsidiaram as reuniões
de negociação salarial.
2001 - Em junho, o Sinpro/RS apoiou a peça
infantil “Do Outro Lado da Cerca” (Cia. Teatro Independente).
Professores associados tiveram desconto de 50% no ingresso. O texto
Do Outro Lado da Cerca, de Hermes Mancilha e direção
de Fernando Ochôa.
As recompensas da Campanha de Sindicalização 2001
do Sinpro/RS contemplaram diversos professores. O professor Fabiano
Almeida Pires, do Colégio São João, de Canoas,
foi contemplado com o carro Celta, zero km, pela série dois.
As demais recompensas - um notebook, um aparelho de vídeo
digital (DVD) e uma assinatura anual do jornal Folha de São
Paulo - foram, respectivamente, para os professores Caruzo Justo
Paulo, da Escola São Marcos, de Alvorada, Alda Maria Sinhoreli
Noviski, da Associação Cristã dos Moços
(ACM), de Porto Alegre, e Gislaine Rocha de Oliveira, do Colégio
Santa Dorotéia, de Porto Alegre. As premiações
foram definidas pela Extração da Loteria Federal.
A entrega das recompensas foi realizada no dia, num coquetel na
sede do Sindicato, Porto Alegre. A Campanha de Sindicalização
2001 somou 1.766 novos sócios ao quadro social do Sindicato.
Concorreram ao carro, os professores associados que sindicalizaram
colegas. As outras premiações foram sorteadas entre
todos os sócios do Sinpro/RS.
2001 - Em agosto, uma chapa inscreveu-se nas eleições
do Sinpro/RS. O Sinpro/RS promoveu
a pré-estréia
do filme “Memórias Póstumas de Brás
Cubas”, grande vencedor do Festival de Gramado 2001,
em Porto Alegre e Canoas. O professores tiveram entrada franca
e receberam
material didático do Projeto Escola para trabalhar o filme
em sala de aula.
Ainda em agosto, o Juiz da Vara Federal de Santa Maria concedeu
sentença
favorável ao mandado de segurança, impetrado pelo
Sinpro/RS contra a Delegacia da Receita Federal em Santa Maria,
ordenando alteração das tabelas de desconto do Imposto
de Renda Retido na Fonte com base na atualização
da UFIR entre janeiro de 1996 e janeiro de 2000 (28%). A sentença,
publicada no Diário Oficial do dia 30 de julho, também
alterava as faixas de recolhimento das alíquotas de 15%
ou 27,5% e mesmo da isenção. A decisão judicial
beneficiou os professores do ensino privado, sócios do Sinpro/RS e em atividade nos 43 municípios da área de abrangência
da Delegacia da Receita Federal de Santa Maria. A decisão
teve efeitos imediatos no que dizia respeito a descontos do Imposto
de Renda na Fonte. A sentença, independente da evolução
dos fatos processuais, seguiu na linha de centenas de outras decisões
ocorridas em todo o país que atestavam a irregularidade
fiscal, a inconstitucionalidade da lei invocada pela Receita Federal
e o prejuízo concreto do contribuinte trabalhador.
2001 - Em setembro, ocorreram as eleições
no Sinpro/RS: Chapa 1 recebe 95,98% dos votos. Dos 9.103 professores
que foram às urnas nas eleições do Sindicato
dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS),
8.737 votaram na Chapa 1 - Novos Desafios. Ou seja, 95,98 % dos
votos válidos. Votos nulos e brancos somaram 367. Segundo
critérios estatutários do Sindicato, estavam aptos
a votar 12.087 professores. A Chapa Novos Desafios, de situação,
foi a única inscrita. A diretoria tomou posse no dia 20
de outubro e ficou à frente da entidade até outubro
de 2004. Foram três dias de eleições (3, 4
e 5 de setembro), com 138 urnas, entre fixas e itinerantes, distribuídas
em todo o Estado. Entre as propostas da Chapa Novos Desafios estavam:
manutenção dos projetos desenvolvidos (jornal Extra
Classe, portal da entidade na internet, Prêmio Educação
RS, Fundo de Apoio à Qualificação Docente,
entre outros); luta pela remuneração da Hora-Atividade,
trabalho extraclasse realizado pelo professor para a preparação
de aula, correção de projetos; luta por melhores
salários e condições de trabalho; e a criação
da Escola do Professor, com o objetivo de intermediar acesso aos
cursos de qualificação docente.
Ainda em setembro, ocorreu o Expurgo do FGTS: Sinpro/RS organizou
novo grupo de professores para buscar, na Justiça, o ressarcimento
dos valores expurgados dos FGTS durante os Planos Verão
(1988) e Plano Collor (1990). A iniciativa se deu porque a entidade
entendeu que a Lei Complementar n.º 110/2001, que regulamenta
o pagamento dos expurgos dos planos econômicos Verão
e Collor I, sancionada pelo governo federal em junho daquele ano,
não repõe todas as perdas. Resultado de um "acordão" entre
as centrais sindicais (com exceção da CUT) e o governo
federal, a lei tomou como base os percentuais reconhecidos como
devidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que perfaziam 68,9%.
Esse percentual, no entanto, referia-se apenas aos índices
de atualização monetária que não foram
aplicados à época pela Caixa Econômica Federal.
A ação que foi ajuizada pelo Sinpro/RS somou-se
a outras impetradas pelo Sindicato e que já estavam em andamento.
2001 - O Sindicato realizou em outubro, o Seminário
da Educação Superior para debater sobre o constante
e intenso aumento de oferta e demanda nas instituições
de ensino privado do país e Rio Grande do Sul. O seminário
abordou a legislação, mercado e perspectivas, abordados
por Paulo Roberto Corbucci, da Universidade Católica de
Brasília e IPEA; Marcos Fuhr, do Sinpro/RS e Conselho Estadual
de Educação; e Cássio Calvete, professor da
PUCRS e do DIEESE.
No mesmo mês, tomou posse a nova diretoria do Sinpro/RS (2001/2004),
em jantar-baile do Dia do Professor.
O Sinpro/RS apoiou ato em defesa da universidade pública,
realizado pela Adufrgs - Associação dos Docentes
da Ufrgs.
O Sindicato realizou a quarta edição do Prêmio
Educação RS. A Pena Libertária foi entregue
no dia 19, em cerimônia no Hotel Embaixador, à Escola
de Ensino Fundamental Frei Pacífico - Educação
para Surdos, de Porto Alegre; ao Movimento de Alfabetização
de Jovens e Adultos (MOVA/RS), desenvolvido pelo governo do Estado
em parceria/convênios com a sociedade civil (movimentos e
universidade) e prefeituras municipais; e à Irmã Maria
Leônida, da Congregação das Irmãs de
São José, de Porto Alegre. Ao todo, foram 34 indicações
de várias regiões do Estado. A avaliação
das indicações foi realizada pela comissão
julgadora, formada por Norberto Schwarz Vieira, representante do
Sinpro/RS; Maria José Vasconcelos, Editora de Ensino do
jornal Correio do Povo; Maria Heloísa Bessa, representante
da Associação dos Professores Aposentados do Ensino
Privado (Apaepers); Cecília Maria Pinto Pires, professora
da Unisinos; Bruno Edgar Ries, professor da PUCRS; Eny Toschi,
professora da Ulbra; e Leni Vieira Dorneles, professora da UFRGS.
Ainda
em outubro, por meio de uma parceria com a Câmara Riograndense do Livro, o
Sinpro/RS participou da 47ª Feira do Livro de Porto Alegre.
Houve uma intensa programação cultural para os
professores e público em geral: exposição
de cartuns, bate-papo com escritores, autógrafos, música.
Entre os escritores presentes, Ruth Rocha e Ana Maria Machado.
O ator Zé Victor Castiel participou da atividade e falou
da carreira e do seu livro "O Enterro do Clóvis
e Outras Historinhas do Teatro Gaúcho", editado
pela L&PM. |
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2001 - Praticamente a totalidade
dos professores e funcionários da Universidade da Região
da Campanha - Urcamp/Bagé paralisaram em novembro,suas atividades.
A decisão foi tomada em assembléia da categoria,
com participação de 250 professores e funcionários.
A mobilização de professores e funcionários
referia-se à falta de soluções para o problema
crônico de atraso nos salários que se arrastava há mais
de três anos.
O Sinpro/RS manteve mobilização
para garantir o reajuste da tabela do Imposto de Renda, congelada
havia seis anos. O Sinpro/RS disponibilizou, no portal da entidade - www.sinprors.org.br,
os endereços eletrônicos dos deputados para que a
comunidade faizessem sua manifestação de inconformidade
em relação
ao congelamento da tabela. O Sinpro/RS considerou
o congelamento como o maior confisco da década.
O Sinpro/RS participou de campanha da CUT contra a extinção
dos direitos trabalhistas. Ocorreu que o projeto de lei 5.483/01,
em tramitação no Câmara dos Deputados, jogava
por terra direitos básicos dos trabalhadores brasileiros
(férias, 13° salário, FGTS, licença à gestante)
conquistados ao longo dos últimos 60 anos. A votação
em plenário foi acompanhada de perto pelos trabalhadores.
No dia 18, uma caravana gaúcha partiu do Largo Glênio
Peres, em Porto Alegre, rumo à Brasília para acompanhar
a votação. No Rio Grande do Sul ocorreram várias
manifestações contra o projeto, de autoria do Ministro
do Trabalho Francisco Dorneles.
2001 - Em 1º de dezembro, em uma assembléia
geral, os professores aprovaram pauta de reivindicações
2002 e a antecipação de março de 2002 para
dezembro de 2001 das negociações salariais com o
sindicato das escolas. Entre os pontos da pauta, o reajuste salarial
de 12%, a destinação do percentual de 10% da carga
horária contratada para a Hora-Atividade e melhorias nos índices
por aprimoramento acadêmicos. As propostas foram
encaminhas ao sindicato patronal. Na mesma assembléia, os
professores aprovaram, por unanimidade, moção de
repúdio ao projeto que altera o artigo 618 da Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT). A proposta do Governo, na avaliação
dos professores, foi um golpe aos direitos conquistados pelos trabalhadores,
tendo como conseqüência a ampliação do
desemprego, a terceirização, a precarização
do trabalho e a violação dos direitos sindicais.
Os professores defendiam que qualquer mudança na CLT deveria
ser resultado de ampla discussão de toda a sociedade e não
de forma precipitada e autoritária como foi proposta e encaminhada
pelo Governo Federal. Por outro lado, defendiam que, antes de qualquer
iniciativa para mudar a CLT, era imprescindível ações
urgentes que erradicassem o trabalho infantil e escravo, que ainda
persistem e mancham a imagem do país. Nas ocasião,
os professores anteciparam que os votos dos deputados com relação
ao Projeto de Lei seriam amplamente divulgados a toda sociedade
gaúcha.
O Sinpro/RS iniciou, em dezembro, negociação salarial
2002 com o Sinepe/RS.
2002 - Interrompidas em janeiro as negociações
salariais 2002. O processo ficou para ser retomado em março,
período da data-base dos professores. As negociações
salariais daquele ano iniciaram em dezembro passado e somaram,
até aquele momento, quatro reuniões.
A interrupção das negociações foi definida
principalmente em função da falta de consenso de
professores e direções de escolas sobre as projeções
do acumulado do índice de inflação (INPC)
de março de 2001 a fevereiro de 2002. Até o novembro,
o INPC registrava 7,28% (faltando os percentuais dos meses de dezembro,
janeiro e fevereiro).
O Sinpro/RS apoiou movimento para que FSM 2003
ocorresse em Porto Alegre. O Sindicato
entendeu que a permanência do FSM na capital gaúcha, além
de trazer bons debates, projetava a cidade no mundo inteiro e estimularia o turismo.
2002 -
Em março,
a Aula Inaugural com o escritor Rubem Alves, promovida pelo
Sinpro/RS, reuniu mais de 1.400 professores no auditório
do Prédio 41, da PUCRS. Renomado psicanalista, escritor
e educador, o mineiro Rubem Alves tratou sobre "A
Escola que sempre sonhei ...." |
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O Sinpro/RS organizou grupo de professores para
nova ação coletiva buscando expurgo do FGTS. Tal
iniciativa surgiu em função da Lei Complementar n.º 110/2001,
sancionada em 2001 pelo governo federal para regulamentar os expurgos
dos planos econômicos, mas que não fazia a reposição
de todas as perdas. O Sindicato dos professores obteve importante
vitória no Tribunal Regional Federal (TRF), assegurando
definitivamente a possibilidade de realizar ações
coletivas, o que facilitou e agilizou os trâmites judiciais.
A atitude abria as portas para que os demais sindicatos entrassem
com ações semelhantes.
Ainda em março, num ano decisivo quanto aos direitos dos
trabalhadores, o Sinpro/RS lançou a Campanha de Sindicalização
2002, com o alerta: PARTICIPAÇÃO é fundamental.
Com a possível alteração da CLT - que prevê a
livre negociação entre empregador e trabalhador sobre
férias, FGTS, 13º e repouso remunerado - mais do que
nunca era importante a existência de uma representação
sindical forte e atuante. Os professores que participassem da Campanha
de Sindicalização 2002 contaram com uma premiação
especial. Os sócios sindicalizadores concorreramo a um Pálio
EX e a cada dez novos colegas que sindicalizar, ganharam um celular
Nokia 5125, com linha. Todos os sócios (inclusive os novos
e os sindicalizadores) concorreram a uma viagem de sete dias para
Maceió, com acompanhante, um computador Pentium 1 Giga e
uma TV Philips 29". A meta era somar 2002 novos associados.
Naquele mesmo mês, insatisfeitos com o quadro de inadimplência
salarial que já se arrasta ao longo dos anos, mais de 200
professores e funcionários da Urcamp/Bagé, reuniram-se
em Assembléia Geral, realizada pelo Sinpro/RS no dia 11
de março, para avaliar a possibilidade greve. No mesmo dia,
como resultado da pressão dos acontecimentos, da mobilização
dos professores e difusão na imprensa da iminente possibilidade
de paralisação, a reitoria procurou os sindicatos
e apresentou uma proposta de regularização dos salários.
Ante a manifestação da instituição,
que até o momento não havia apresentado qualquer
proposta de solução para o caso, os professores e
funcionários decidiram suspender a proposta de greve e avaliaram
favoravelmente a proposta apresentada pela reitoria para o pagamento
dos salários atrasados. Pelo documento assinado pelo reitor
Morvan Ferrugem e aprovado em assembléia, ficou estabelecido
que: a partir do mês de março os salários seriam
pagos até o dia 5 do mês subseqüente, conforme
estabelecido na convenção coletiva de trabalho; o
salário de janeiro seria pago até o dia 22 de março;
e o salário de fevereiro deveria ser pago em duas parcelas,
uma de 50% até o dia 23 de abril e outra de 50% até o
dia 20 de maio. Os prazos apresentados pela reitoria só foram
assim definidos em função da insistência dos
sindicatos, pois a proposta original previa que os pagamentos seriam
efetuados de acordo com as possibilidades da instituição,
o que foi considerado muito inconsistente. ESTATUTOS - Os professores
e funcionários da Urcamp também deram continuidade
aos debates sobre a reforma do estatuto da Universidade, iniciado
em 2001.
O Sinpro/RS pediu penhora de terreno da Ulbra em função
do descumprimento do acordo firmado com a Universidade, em 31 de
janeiro, para o pagamento dos salários atrasados e multas,
e pediu a penhora do terreno, no valor de R$ 12 milhões,
dado como garantia no mesmo acordo.
Também no mês de março, foram retomadas as
negociações salariais 2002. Os professores consideraram
como tentativa de "arrocho salarial" a proposta de reajuste
abaixo da inflação apresentada pelo sindicato patronal.
A diretoria do sindicato dos professores afirmou que não
aceitaria acordo nesses termos pois representaria uma perda para
a categoria. Foi a primeira vez em dez anos que as escolas propuseram
reajuste inferior à inflação. A alegação
de alguns representantes das escolas foi de que o reajuste das
anuidades, por um erro de avaliação, ficou aquém
da inflação do período. Essa argumentação
foi considerada insuficiente pelos professores e interpretada como
a simples transferência para os trabalhadores do ônus
causado por um equívoco administrativo das escolas.
2002 - Não ao arrocho salarial: professores
e funcionários do ensino privado realizaram assembléia
conjunta no dia 06 de abril. Na pauta, a proposta das escolas que
oferecia reajuste inferior à inflação do período.
A posição dos sindicatos das categorias (Sinpro/RS e Sintae/RS) era de que qualquer índice que não fizesse
a reposição da inflação indexada pelo
INPC não seria aceito, pois representava perda de poder
aquisitivo dos trabalhadores.
Sinpro/RS e Sinepe/RS concluíram as negociações
salariais 2002. Entre os itens acordados estava o reajuste salarial
de 9,57%, reposição integral da inflação
registrada pelo INPC de março de 2001 a fevereiro de 2002,
e da inclusão dos professores da Educação
Profissional na abrangência da Convenção.
O Sinpro/RS promoveu um coquetel de reinauguração
da sede estadual. O projeto de remodelação e reforma
da sede, iniciado no final de 2001 foi concluído em abril,
valorizando o prédio e as dependências do Sindicato
para o melhor atendimento aos professores.
Sorteadas em abril as vagas para a edição 2002 do
FAQ - Fundo de Apoio à Qualificação Docente
(FAQ) 2002. Em sua terceira edição o programa, que
concede financiamento parcial para auxiliar o professor no desenvolvimento
de seu projeto de pós-graduação, sorteou oito
vagas de mestrandos. Foram laureados os seguintes professores:
Maria Cristina dos Santos Martins; Caroline Bertani da Silva; Ricardo
Antônio Rodrigues; Stela Maris da Silva; Silvio Vitali Junior;
Lisiane Buchholz Pires; Margit Tecla Panke; Marilene Costa de Castro.
Para as duas vagas de doutorandos foram selecionados os seguintes
professores: Magali Mendes de Menezes e Honor de Almeida Neto.
O Sinpro/RS encaminhou, ao presidente do Supremo Tribunal Federal
Ministro Marco Aurélio de Mello, um pedido de providências
administrativas para assegurar o julgamento do processo RE 210029
- que trata da substituição processual, com base
no Artigo 8º, III, da Constituição Federal.
O objetivo era dar continuidade ao julgamento que havia iniciado
em 15 de outubro 1997 e foi suspenso por "pedido de vistas",
promovido pelo Ministro Nelson Jobim. O ministro estava "vistoriando" o
processo há cinco anos, impedindo com isso a definição
sobre o tema da substituição processual - única
ferramenta que os trabalhadores tem para reclamar seus direitos
durante a constância do contrato de trabalho. A demora na
definição da matéria permitiu à Justiça
do Trabalho continuar extinguindo diversos processos de autoria
dos sindicatos, mediante a aplicação do controvertido
Enunciado 310. Milhões de trabalhadores brasileiros tiveram
negado o acesso à Justiça do Trabalho na última
década, por via da extinção dos processos
coletivos. A definição dessa questão pelo
STF era a única esperança para restabelecer-se a
missão genuína da Justiça do Trabalho, retirando-lhe
o perfil de justiça dos desempregados.
2002 - Em maio o Sinpro/RS lançou
a quinta edição
do Prêmio Educação RS.
O Sinpro/RS alertou aos professores para terem cautela na análise dos
extratos do FGTS fornecidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) que estava
enviando extratos de contas inativas do FGTS, referentes a períodos anteriores
aos planos econômicos geradores dos créditos reconhecidos pela Justiça.
O fato era que, em regra, os valores constantes eram insignificantes frente à expectativa
dos titulares, induzindo, assim, a apressada adesão ao acordo do governo.
O Sindicato orientou os professores que, antes de aderirem ao acordo, procurassem
certificar-se da correção dos dados, das contas do período
dos expurgos (Verão e Collor) e dos valores fornecidos pela Caixa.
O Sinpro/RS lançou
selo comemorativo aos 65 anos da entidade. O aniversário
de 65 anos aconteceu em maio de 2003. O selo marcou as promoções
e apoios em uma série de atividades culturais e educacionais,
envolvendo a categoria e a comunidade em geral. |
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2002 -
O Sinpro/RS em junho constatou um grave erro nos extratos do FGTS,
enviados aos professores do ensino privado, pela Caixa Econômica
Federal. O equívoco representava a omissão, de no
mínimo, um terço dos créditos efetivamente
devidos. Os extratos enviados aos professores de instituições
filantrópicas de ensino privado omitiam os créditos
decorrentes do plano Verão (Janeiro de 1989). Ocorreu que
as "filantrópicas" somente repassaram os depósitos
e as respectivas informações à CEF a partir
de meados de 1989, razão porque a CEF informou apenas sobre
as diferenças de abril de 1990. Assim, para cada R$ 1 mil
informados pela Caixa, existiam R$ 500,00 omitidos. Mesmo que decorrente
de uma conduta involuntária da CEF, o equívoco resultou
numa clara indução ao erro quando da decisão
do professor em aderir ou não ao acordo proposto pelo governo.
O Sinpro/RS contratou a assessoria do perito contábil/financeiro
Edgar Panceri para averiguar, através de um trabalho de
amostragem, os extratos das contas do FGTS de professores sócios
do Sindicato, enviados pela CEF, buscando produzir informações
precisas para municiar a decisão dos professores.
O Sinpro/RS assinou, no início de junho,
na Assembléia
Legislativa, o Protocolo de Intenções para a unificação
do calendário escolar, que definia o início e o término
do Calendário Escolar Gaúcho de 2003 - 24 de fevereiro
e 20 de dezembro, respectivamente. O documento foi organizado pela
Comissão de Educação, Desporto, Ciência
e Tecnologia da Assembléia e assinado pelas seguintes entidades,
além do Sinpro/RS: Sinepe/RS, ACPM-Federação,
Uvergs, Uges, Famurs, Undime, Ascal e Amlinorte. A unificação
do calendário escolar, uma luta antiga do Sinpro/RS, em
função de boa parte dos professores lecionar em mais
de uma escola , acabava prejudicando o período de férias
dos docentes.
Dando continuidade à política de convênio e
serviços, o Sinpro/RS firmou várias parcerias, garantindo
descontos nos ingressos para associados do Sindicato em peças
teatrais e espetáculos musicais. Entre eles, "Ele
me paga!", dirigida por Zé Adão Barbosa, e "As
mal criadas", dirigida por Léo Sant'ana, e o Recital
Jobim - Outros Tons, concebido pelos músicos Marcelo Delacroix & Paulo
Dorfman.
2003
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A Campanha
de Sindicalização
do Sinpro/RS foi lançada na segunda quinzena
de fevereiro e as negociações salariais para a Convenção
Coletiva de Trabalho entre o Sinpro/RS e o Sinepe/RS, que haviam
sido interrompidas em janeiro, recomeçaram em março.
As principais reivindicações foram o reajuste
salarial (reposição da inflação
medida pelo INPC), o pagamento da hora-atividade (trabalho
extraclasse), da hora in itinere (deslocamento entre
campi) e valorização da qualificação
docente. |
No final de março foram abertas
as inscrições
para a 4ª edição do Fundo
Rotativo de Apoio à Qualificação
Docente (FAQ), programa que auxilia os professores
do ensino privado gaúcho concedendo financiamento parcial
para o desenvolvimento de projetos de pós-graduação.
CAP -
Em abril
ocorreu o primeiro curso de extensão
cultural do Centro
de Aprimoramento do Professor (CAP),
com o tema Linguagens geradoras: as múltiplas linguagens
na Educação Infantil. O curso aconteceu nas
cidades de Porto Alegre, Santa Maria e Bento Gonçalves.
Ocorreram ainda os cursos Professor/aluno: ressignificando
a convivência
escolar, ministrado em Porto Alegre, e o curso de extensão
Escola privada: o mito da não-violência, ministrado
em São Leopoldo, Pelotas e Passo Fundo. |
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Em maio de 2003, mês de aniversário de 65
anos do Sinpro/RS, foram realizados no
Parque da Redenção shows comemorativos com Elza
Soares, Nei Lisboa e
o Coral do Cecune (fotos). Os
espetáculos
representaram o ápice do Projeto Sinpro/RS 65 Anos,
que desde maio de 2002 até dezembro de 2003 intensificou
sua política de apoio e promoção de
atividades culturais, educacionais, políticas e
de formação. O evento reuniu mais de 8 mil
pessoas.
O Sinpro/RS e o Sinepe/RS assinaram, no início de junho, a Convenção
Coletiva de Trabalho 2003. O reajuste salarial foi de 17,66% em três parcelas
(8% retroativo a março, completando 12% em junho e 14% em dezembro) e
mais três parcelas de 1,06% em 2004 (nos mesmos meses).
Ainda em junho ocorreu a primeira fase do sorteio das premiações
da Campanha de Sindicalização 2003. O primeiro prêmio, uma
viagem de sete dias para o Pantanal, com um acompanhante, translado e estada,
foi para a professora Claudia Schemes, de Novo Hamburgo. O segundo prêmio,
um microcomputador Pentium IV, foi para Alzira Cledy Diesel Konrat, professora
da URI/ Santo Ângelo, do município de Giruá. A terceira premiação,
um notebook 1Ghz, foi para a professora Karen da Costa Sippel, da escola Educar-se
de Santa Cruz do Sul.
O Sinpro/RS encerrou em julho a Campanha de Sindicalização 2003,
totalizando 1.732 novos sócios. Foram sorteados uma viagem para Fernando
de Noronha, para Paulo Renato Thiele, da Feevale e do Instituto Evengélico,
ambos de Novo Hamburgo. Claudia Schemes, ganhou uma viagem para o Pantanal. A
ganhadora do notebook 1Ghz (nº 28.119), foi Karen da Costa Sippel e, de
um computador foi Alzira Cledy Diesel Konrat. |
Em agosto foram aprovados em assembléia geral, o regimento,
a pauta e os nomes da Comissão organizadora do 7º Congresso
Estadual dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul
(Cepep), que aconteceu em outubro, em Porto Alegre. Foram discutidas
no Congresso, questões referentes à conjuntura nacional
e questões específicas da educação.
O Cepep é um dos principais momentos de reflexão
dos professores do ensino privado que, por meio de um debate qualificado,
direcionam a política e as ações do Sindicato
nas mais variadas áreas. Em paralelo ao Congresso foram
realizadas a entrega do Prêmio Educação 2003 e o Baile
do Professor.
O Sinpro/RS e o Sindicato das Escolas de Idiomas
do RS (Sindiomas) assinaram, em setembro, a primeira Convenção Coletiva
de Trabalho direcionada ao setor de ensino de idiomas. O documento
regulariza o salário e as condições de trabalho
de todos os professores que lecionam nestas escolas.
Em assembléia geral realizada em dezembro, os professores
aprovaram a pauta de reivindicações com vistas à convenção
coletiva. Entre os principais tópicos: reajuste salarial
(INPC mais 2%); remuneração da Hora-Atividade; e
a unificação do calendário escolar.
Os professores
que lecionam nas escolas de educação
infantil privada do Estado começaram a contar, a partir
de outubro deste ano, com uma Convenção Coletiva
de Trabalho específica para a regulamentação
de suas condições de trabalho e remuneração.
O documento foi elaborado tendo em vista as particularidades
das instituições de educação infantil,
o documento e assinado pelo Sinpro/RS e pelo Sindicreches (Sindicato
Intermunicipal dos Estabelecimentos de Educação
Infantil do Rio Grande do Sul).
Em dezembro,
o Ministério Público do RS aprovou o estatuto
da Fundação
Cultural e Assistencial Ecarta. A medida
formalizou legalmente a implantação da entidade.
Neste mesmo mês aconteceu a primeira reunião do
Conselho Curador, ocasião em que foram eleitos o presidente
do Conselho, Sani Cardon (presidente) e Clarice Bau Porto (vice-presidente)
e a diretoria executiva da Fundação: Marcos Júlio
Fuhr (presidente), Renata Cerutti (vice-presidente) e Valéria
Ochôa (diretora geral).
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2004
Iniciadas em março as negociações salariais
para a Convenção Coletiva de Trabalho 2004 entre
o Sinpro/RS e o Sinepe/RS. Valorizar o Trabalho é Bom para
Todo Mundo foi o slogan da Campanha Salarial 2004 que teve como
um dos principais pontos de pauta a reposição do
poder aquisitivo do salário dos professores do ensino privado
do Estado.
Seguindo uma tradição iniciada há mais de
dez anos, o Sinpro/RS começou o ano letivo em plena campanha
de sindicalização. Até o início de
2004, o quadro social da entidade contava com 14 mil 521 associados.
O
Sinpro/RS lançou, em abril,
a segunda fase da Campanha de Sindicalização 2004,
momento em que o Sindicato voltou seus esforços para a Educação
Superior. Neste mesmo mês ocorreu a 5ª edição
do sorteio do Fundo
Rotativo de Apoio à Qualificação
Docente – FAQ. Foram sorteadas
10 vagas para financiamento parcial de auxílio aos professores,
quatro bolsas auxílio
foram para doutorandos e seis para mestrandos.
As negociações coletivas foram realizadas entre
março e abril, totalizando seis reuniões. Em maio os professores do ensino privado do Rio Grande do Sul aprovaram,
por unanimidade, em Assembléia Geral, a proposta para acordo
apresentada pela comissão de negociação Sinpro/RS
e Sinepe/RS, que originou a Convenção
Coletiva de Trabalho 2004.
O acordo de reajuste salarial dos professores
foi de 7,47% (inflação
medida pelo INPC) em duas parcelas, sendo 3,74% retroativo a março
e 3,60% em maio. O acordo também deu nova redação às
seguintes cláusulas: adicional de horas-extras, repouso
semanal remunerado, calendário escolar, passeios e festividades,
intervalo para descanso e estabilidade do aposentando. O documento
apresentou ainda uma cláusula que determina a constituição
de uma comissão paritária destinada a estudar as
relações contratuais dos professores que atuam na
educação a distância (Ead).
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Também
em maio foi
lançada oficialmente a Fundação
ECARTA. O evento aconteceu no prédio
da futura Casa
do Professor e estiveram presentes, além
da diretoria e do conselho curador da Fundação,
autoridades, empresários, professores, jornalistas
e artistas.
Ainda em maio o Sinpro/RS trouxe a Porto Alegre a escritora Fanny
Abramovich para participar do programa Fome Só de Saber.
A escritora fez palestra sobre literatura infanto-juvenil. Neste
mesmo mês foi lançada a campanha para que os sócios
do Sindicato doassem o Imposto Sindical para a realização
do projeto Casa do Professor.
O Sinpro/RS iniciou no final de maio a restituição do Imposto Sindical,
descontado dos salários no mês de março. |
Em junho foi
assinada a Convenção
Coletiva de Trabalho 2004. Também
neste mês o Centro de Aprimoramento
do Professor (CAP) realizou o curso
de Capacitação
em Educação Ambiental, O Despertar do Consciente
Ecológico com o objetivo de capacitar recursos humanos,
especialmente educadores, para a inserção da educação
ambiental em sua prática pedagógica. O Projetor – Banco
de Currículos On-Line foi reformulado
para facilitar tanto a inclusão de novos currículos como a busca
por profissionais pelas instituições de ensino. Com
as melhorias, em julho, houve um aumento em cerca de 50% do número
de currículos cadastrados.
Em agosto, o resultado da Campanha
de Sindicalização
2004 contabilizou mais de 1.500 novos sócios e supera a
meta de ter no quadro de associados 50% da base da categoria.
Em setembro foi
anunciada pela Comissão Eleitoral o resultado
das eleições para a Diretoria Colegiada do Sindicato.
Com 95% do total de votos, a chapa Sinpro/RS Mais foi
eleita para ficar à frente do Sinpro/RS no triênio
2004/2007. Única chapa inscrita, Sinpro/RS Mais recebeu
9.874 votos de um total de 10.389. A eleição foi
a maior da história do Sindicato em número de eleitores,
14mil 562, o que significa que 71% dos eleitores foram às
urnas.
O Prêmio
Educação/RS 2004 foi
divulgado em outubro pela Comissão Julgadora.
Receberam a Pena
Libertária o projeto Consciência
Guarani, realizado pelo Colégio Anchieta de Porto
Alegre, a professora Wrana Maria Panizzi, ex-reitora
da Ufrgs, e o Consórcio das Universidades Comunitárias
Gaúchas (Comung). A solenidade de entrega do troféu
ocorreu em 15 de outubro, Dia do Professor, na sala de
eventos do Sinpro/RS em Porto Alegre. |
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Durante
as comemorações
do Dia
do Professor, em 16
de outubro, a nova diretoria eleita do Sinpro/RS
tomou posse durante o baile promovido, no Clube Caixeiros Viajantes. |
Também em outubro,
foi realizada Assembléia Geral
que aprovou o balanço da gestão de 2001/2004. A categoria
aprovou o balanço financeiro do exercício 2003. Dentre
as realizações da Diretoria Colegiada nos três
anos: manutenção do poder aquisitivo dos salários
dos professores, por meio de negociações com o Sinepe/RS,
e o início das negociações com o Sindiomas
(representação patronal dos cursos de línguas
estrangeiras) e com o Sindicreches (representação
patronal das escolas de Educação Infantil – creches
e pré-escolas). A gestão também realizou o
7º Congresso Estadual dos Professores (Cepep), que aprovou
o novo estatuto da entidade e instituiu a Fundação
Cultural e Assistencial Ecarta; criou a Revista Textual (já em
sua quinta edição); além disso, deu continuidade
e aperfeiçoou os convênios com profissionais e estabelecimentos
comerciais e as políticas cultural, de serviços (assistência
jurídica, CAP, FAQ, Projetor) e de comunicação.
Em
outubro, o Sinpro/RS
e o Sinepe/RS assinaram na Assembléia
Legislativa, em Porto Alegre, o Protocolo
Anual de Intenções. O
documento estabelece o Calendário Escolar Gaúcho
de 2005 da Educação Básica. Por esse instrumento,
as entidades signatárias se comprometem a promover o início
das atividades letivas do próximo ano somente a partir
de 21 de fevereiro e o término até 23 de dezembro.
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O Sinpro/RS participou em novembro da 50ª Feira
do Livro de Porto Alegre. Como acontece
desde 1996, o Sindicato marcou presença com seu
estande e, neste ano, promoveu uma exposição
de livros dos professores-autores associados. Mais de
30 obras das mais diferentes áreas do conhecimento
foram expostas no estande. Também durante a Feira
foi lançada a 5ª edição
da Revista Textual que passou a ser
editada pela Fundação Cultural e Assistencial
Ecarta, com apoio do Sinpro/RS. |
Em dezembro, os professores
do ensino privado do Rio Grande do Sul definiram a Pauta
de Reivindicações para 2005.
Foram abertas as inscrições para a 6ª edição
do FAQ com um total de dez vagas, cinco
para doutorados e cinco para mestrados, o Sinpro/RS deu início à reforma
da Casa
do Professor, aprovada pela assembléia
geral do dia 18 de dezembro.
Durante todo o ano de 2004,
o Sindicato deu continuidade a sua política de investimento e apoio à cultura.
Tiveram apoio do Sindicato o projeto Intérpretes do Brasil,
que promoveu um amplo e reflexivo debate sobre a cultura brasileira,
revisitando as obras de alguns dos grandes mestres da nossa formação
civilizacional como Joaquim Nabuco, Euclides da Cunha, Rui Barbosa,
Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre, entre outros,
e as peças Que Raio de Professora Sou Eu?, Happy
Days e
IL Primo Mirácolo, O Encanto das Águas,
e também
as premiadas peças com o Açorianos de Teatro, O
Urso e Queridíssimo Canalha.
Na área musical, o Sindicato
apoiou o show Fluida e o cd de lançamento e o show
da b cultura, também em dezembro o Sindicato expôs
México
Lindo e Querido, do fotógrafo René Cabrales.
A exposição marca o início do projeto A
Arte do Educador 2005 com o qual o Sinpro/RS inaugura
em sua sede estadual um espaço dedicado às artes visuais
produzidas pelos professores do ensino privado gaúcho,
associados ao Sindicato.
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